domingo, 24 de agosto de 2014

O ÁLCOOL


Um cientista foi convidado a fazer uma palestra no AAA (Associação dos Alcoólicos Anônimos) para demonstrar os malefícios do álcool no organismo humano.

Lá pelas tantas, no momento culminante da palestra, o cientista pediu dois copos - um cheio de água e outro cheio de álcool - e os coloca a sua frente, sobre a mesa. Toma de um vermezinho vivo e o joga no copo cheio com água. O vermezinho nada, nada e escapole pela borda do copo. Volta a apanhar o vermezinho e volta a joga-lo no copo, desta vez no copo com álcool. O vermezinho se contorce todo, não consegue nadar e morre.

O cientista, satisfeito com o êxito da demonstração, brada aos seus ouvintes: - Então, meus amigos, a que conclusão podemos chegar? Lá no fundo do auditório levanta-se uma voz rouca e trôpega: - Que quem bebe não tem vermes.
                                                                                                                                 
                                                                        Fonte: adricambrea@uol.com.br

terça-feira, 29 de julho de 2014

SERIA MELHOR NÃO SER UM CIENTISTA QUANDO...

  • Olha para lua e percebe que ela está 5 vezes mais brilhante do que o normal, concluindo que alguma coisa errada está acontecendo com o sol.
  • Percebe que o seu copo de cerveja tem regiões onde se formam mais bolhas, indicando que o copo foi mau lavado!
  • Consegue calcular com precisão o impacto durante sua queda.
  • Lembra que explosões nucleares causam intensas interferências eletromagnéticas, ao perceber que vários aparelhos elétricos pararam de funcionar.
  • Sabe que campos elétricos interferem no campo magnético de uma bússola, deixando o vendedor deste artigo com cara de interrogação.
  • Percebe durante uma tempestade que os cabelos do seu amigo estão ficando em pé, indicando a iminência de um raio sobre sua cabeça.                                     
                                                                         Fonte: www.humorcomciencia.com                                


                                                     
                                                                                

sábado, 26 de julho de 2014

EINSTEIN E O EFEITO FOTOELÉTRICO



O efeito fotoelétrico é um fenômeno físico que consiste na emissão de elétrons por um material condutor geralmente metálico, quando este é exposto a radiação eletromagnética da luz, com frequência suficientemente alta. Foi descoberto pelo físico alemão Heinrich Hertz (1857-1894). Hertz realizou experiências onde observou a existência de ondas eletromagnéticas e ainda concluiu que é mais fácil ocorrer uma descarga elétrica entre dois eletrodos, dentro de uma ampola de vidro, quando uma radiação luminosa incide em um dos eletrodos, fazendo com que os elétrons sejam emitidos de sua superfície. Depois da descoberta deste fenômeno sua explicação teórica desafiou, por dezessete anos, a inteligência de muitos físicos que tentaram compreendê-lo, mas não conseguiram explicar de forma satisfatória o comportamento da luz.

Somente em março de 1905, os estudos do físico alemão Albert Einstein (1879-1955) revelaram alguns mistérios sobre a natureza da luz. Einstein argumentou que as radiações eletromagnéticas da luz são transmitidas através de pacotes concentrados de energia (quanta), chamados de fótons e não de forma contínua como em outras ondas. Segundo ele, o efeito fotoelétrico ocorre quando os fótons adquirem suficiente nível de energia ou cor e ao colidirem com elétrons de certos tipos de metais conseguem ejetá-los de seus átomos, não interessando a quantidade de pacotes enviados, mas a energia que cada um carrega.

Einstein tornou-se mundialmente conhecido por seus artigos sobre a teoria da relatividade e também por ter formulado a relação entre massa e energia, mas foi pela correta explicação do efeito fotoelétrico que, em 1921, ganhou o Prêmio Nobel de Física. Depois disso, tornou-se mais famoso que qualquer outro cientista, sendo eleito pela revista TIME como a "Pessoa do Século".

Devido a descoberta e explicação deste fenômeno físico podemos usufruir de tecnologias modernas onde ele é aplicado, tais como: visores noturnos, fotômetros, dispositivos para abertura de portas, entre outras. Não devemos confundi-lo com dispositivos que usam o efeito fotovoltaico aplicado na produção de células de conversão direta de luz em energia elétrica (células solares) ou com o efeito fotocondutivo aplicado na produção de células cuja resistência elétrica varia conforme a intensidade da luz incidente, usadas para acender e apagar as lâmpadas dos postes das ruas das cidades. Ambos os efeitos estão relacionados, pois dependem das radiações eletromagnéticas da luz, entretanto, são processos distintos.  (J.M.)                                                                    
                                                                                                    
                                                                                           
                                                                                                                    

                                                                                                           




domingo, 16 de junho de 2013

MOTOR ELÉTRICO


O funcionamento de um motor elétrico baseia-se na relação entre eletricidade e magnetismo descoberta por Oersted, ocasionalmente, em 1819. Segundo o experimento de Oersted, um fio condutor de corrente elétrica sofre a ação de uma força magnética quando é colocado próximo a um campo magnético. Depois dessa descoberta os estudos de eletromagnetismo se intensificaram até se chegar aos motores elétricos dos dias atuais, que se apresentam nas mais variadas formas e tamanhos.

Os motores elétricos são máquinas que convertem energia elétrica em energia mecânica produzindo um movimento de rotação angular que faz funcionar muitos aparelhos e eletrodomésticos. Alguns são alimentados por pilhas ou baterias (motores de corrente contínua: CC ou AC); outros, podem ser alimentados diretamente pela rede elétrica (motores de corrente alternada: CA ou DC).

Neste experimento apresentamos um motor totalmente caseiro e outro retirado de um brinquedo eletrônico. O motor retirado do brinquedo eletrônico possui um led que indica, apagando ou acendendo, a mudança no sentido de rotação. Esse motor é muito semelhante aos motores presentes na maioria dos eletrodomésticos de nossas casas, mas tanto o motor caseiro como o motor retirado do brinquedo, apresentam o mesmo princípio eletromagnético de funcionamento.

O motor totalmente caseiro é constituído por uma base de madeira onde foi fixado um imã natural entre duas hastes de fio de cobre (mancais) que estão ligados aos respectivos polos (positivo e negativo) das pilhas. Esses mancais sustentam uma bobina com 40 espiras que fica livre para efetuar o movimento circular quando o motor é ligado. O imã fixo na base de madeira tem um de seus polos voltado para a bobina. Quando o motor é ligado, a corrente elétrica percorre as espiras transformando a bobina em um eletroímã (imã não natural); quando a bobina tiver o mesmo tipo de polo do imã fixo, sofrerá uma força de repulsão que a colocará em movimento circular. Esse movimento muitas vezes depende de um empurrão inicial. Quando invertermos o sentido da corrente elétrica, também invertemos os polos do imã não natural (bobina) passando, este, a girar em sentido contrário.

Durante o movimento do motor caseiro a bobina, em certo momento, pode ficar com polo contrário ao do imã fixo surgindo uma força, neste caso, de atração. Isso fará com que a bobina (rotor) tenha seu movimento amortecido ou pare. Para resolver esse problema, evitando o fim do movimento da bobina, usamos uma de suas extremidades, que serve como eixo, totalmente raspada por onde a corrente pode fluir livremente e, a outra, semirraspada, de forma que a corrente só passará quando a parte raspada estiver em contato com a haste. Dessa forma, uma parte da volta efetuada pela bobina ocorre devido a força magnética de repulsão (quando há corrente elétrica passando por ela); a outra metade da volta ocorre devido a própria inércia da bobina (quando não há corrente elétrica passando por ela).   (J.M.)

                                                           
                                                                                  

sexta-feira, 31 de maio de 2013

MARCELO DAMY DE SOUZA SANTOS

O físico Marcelo Damy de Souza Santos construiu o acelerador de partículas betraton, além de participar dos estudos brasileiros em torno da energia atômica, que resultaram na construção do primeiro reator nuclear do país. Damy  também realizou extenso estudo sobre componentes penetrantes da radiação cósmica e fabricação de sonares para a marinha. O propósito das pesquisas sobre raios cósmicos era estudar a natureza dos chuveiros penetrantes de raios cósmicos (raios cósmicos que atingem a Terra e são acompanhados por um grupo de partículas). Nos chuveiros cósmicos aparecem partículas - depois identificadas como mésons - que tinham um grande poder de penetração, sem perder parte apreciável de sua energia. Damy, Gleb Wataghin e Paulus Aulus Pompéia descobriram que esses chuveiros são muito penetrantes, e o trabalho foi publicado no exterior. Passou por Cambridge e Oxford e participou da Comissão de Energia Atômica do Conselho Nacional de Pesquisas. Foi professor da Faculdade de Filosofia e do Instituto de Física da USP; do IEA, CNEN, IPEN e UNICAMP, além de pesquisador e cientista da marinha brasileira. Em colaboração com o professor Crodowaldo Pavan, escreveu Energia atômica e o futuro do homem. Exerceu a função de professor titular de Física Nuclear na PUC-SP e foi orientador de pesquisas no curso de pós-graduação do IPEN. Nasceu em 14 de junho de 1914, em Campinas e faleceu em 29 de novembro de 2009, em São Pauo. 
                                                                          Fonte: www.canalciencia.ibict.br