domingo, 18 de janeiro de 2015

JOÃO CARLOS COSTA DOS ANJOS

O físico João dos Anjos graduou-se em física pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 1968 e concluiu o doutorado em física teórica em 1977 na Universidade de Paris VII. Fez parte do grupo de brasileiros que em 1984 iniciou a colaboração com o Fermilab, laboratório especializado em física experimental de altas energias, integrando assim a primeira leva de brasileiros a ir para o exterior trabalhar em um grande acelerador de partículas. Foi diretor do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) de 2000 a 2004 e o primeiro sul-americano a receber a Medalha Acadêmica da Divisão de Partículas e Campos da Sociedade Mexicana de Física (SMF). O prêmio foi concedido em 2011, por seu apoio a grupos mexicanos que trabalham na área de física experimental de altas energias. Atualmente, dedica-se ao estudo dos raios cósmicos de altíssima energia utilizando dados do observatório Pierre Anger localizado na Argentina e a pesquisas na área de física de neutrinos. É coordenador do Projeto Neutrinos Angra para a construção de um detector de antineutrinos para monitorar a composição do combustível e a potência térmica de reatores nucleares, e do grupo brasileiro que participa na França do experimento Double Chooz, voltado ao estudo de oscilações de neutrinos. Na área de divulgação científica, coordena o projeto Desafios da Física, que produz material temático direcionado a alunos e professores de física do Ensino Médio.                                                                                                             Fonte: Ciência Hoje Online


sábado, 13 de dezembro de 2014

FÓTON CAR

Fóton Car é um projeto mecatrônico (envolve mecânica e eletrônica), que consiste numa adaptação de um carrinho de plástico com eixo de ferro, montado com um circuito eletrônico simples e um pequeno motor de 6 volts alimentado por uma bateria de celular com 1000 mAh (miliàmpere-hora) e tensão máxima de 3,7 volts (corrente contínua - cc). O carrinho é tracionado através de uma correia de transmissão acoplada às polias do motor e do eixo traseiro. Algumas peças foram recicladas de sucatas de aparelhos eletrônicos que não são mais utilizados.

O circuito possui um foto-resistor LDR (Light Dependent Resistor), que é um componente eletrônico que possui uma resistência elétrica que depende do feixe de raios luminosos que incidem na sua parte sensível composta de Sulfeto de Cádmio (CdS). Esses raios luminosos transmitem os fótons que são pacotes concentrados de energia; daí o nome atribuído ao carrinho (fóton car). Quando o foto-resistor é iluminado, por uma fonte luminosa ou luz natural, sua resistência diminui deixando passar elétrons provenientes da bateria, que deixam a base do transistor TIP 122 saturada de energia, o que leva à liberação da passagem de corrente que alimenta o pequeno motor do carrinho, colocando-o em movimento. Contudo, se a luz deixar de incidir na parte sensível do LDR, sua resistência aumenta e impede o fluxo de corrente, ocasionando o desligamento do motor.  

Esse projeto tem como objetivo didático demonstrar o Efeito Fotocondutivo que é um dos fenômenos físicos em que a matéria interage com a luz. Esse fenômeno é aplicado na produção de células cuja resistência elétrica varia quando a luz visível interage com o Sulfeto de Cádmio presente nessas células. Sua resistência pode aumentar com a escuridão, que é o caso do nosso carrinho; ou com o nascer do sol, que é o caso da automatização da iluminação pública das ruas das cidades, onde as luzes apagam quando os raios solares incidem na parte sensível do fóton-resistor presente em cada poste de iluminação.   ( J.M.)
                                                                                                                          
                                                                                                                                               


terça-feira, 16 de setembro de 2014

A LUA E A TERRA


A força gravitacional é diretamente proporcional às massas e inversamente proporcional ao quadrado da distância. Quanto maior a massa de um planeta, maior  a força gravitacional.

Podemos pegar por exemplo o planeta Júpiter que, pelo fato de ter uma força gravitacional muito grande devido sua massa, tem muito mais facilidade em atrair corpos menores. Enquanto a Terra possui apenas uma lua, Júpiter tem pelo menos 63 luas orbitando ao seu redor.

Em 1994, o cometa SHOEMAKER-LEVY 9, atraído pela enorme força gravitacional de Júpiter, chocou-se contra o planeta gigante.                      

                                                       Fonte: www.humorcomciencia.com

                                                                                                        
                                                                                     

sábado, 30 de agosto de 2014

O CIENTISTA E O MOTORISTA




Aquele cientista famoso estava a caminho de uma conferência quando seu motorista comentou:
- Patrão, já ouvi tantas vezes o seu discurso que tenho certeza de que poderia fazê-lo no seu lugar, se o senhor ficasse doente.
- Isso é impossível!
- Quer apostar?!
E fizeram a aposta! Trocaram de roupa, e quando chegaram no local da conferência o motorista foi para a tribuna enquanto o cientista instalou-se na última fila. 
Depois da palestra, começou a sessão de perguntas, que ele respondeu com precisão. No entanto, em certo momento, levantou-se um sujeito que apresentou uma questão dificílima. Longe de entrar em pânico, ele saiu-se com esta:
- Meu jovem, essa pergunta é tão fácil... mas tão fácil... que vou pedir para o meu motorista responder!
                                                                                                                                 
                                                                        Fonte: www.humornaciencia.com.br

domingo, 24 de agosto de 2014

O ÁLCOOL


Um cientista foi convidado a fazer uma palestra no AAA (Associação dos Alcoólicos Anônimos) para demonstrar os malefícios do álcool no organismo humano.

Lá pelas tantas, no momento culminante da palestra, o cientista pediu dois copos - um cheio de água e outro cheio de álcool - e os coloca a sua frente, sobre a mesa. Toma de um vermezinho vivo e o joga no copo cheio com água. O vermezinho nada, nada e escapole pela borda do copo. Volta a apanhar o vermezinho e volta a joga-lo no copo, desta vez no copo com álcool. O vermezinho se contorce todo, não consegue nadar e morre.

O cientista, satisfeito com o êxito da demonstração, brada aos seus ouvintes: - Então, meus amigos, a que conclusão podemos chegar? Lá no fundo do auditório levanta-se uma voz rouca e trôpega: - Que quem bebe não tem vermes.
                                                                                                                                 
                                                                        Fonte: adricambrea@uol.com.br